"Quando a nau da pátria se acha combatida por ventos embravecidos; quando, pelo furor das ondas, ela ora se sobe às nuvens, ora se submerge nos abismos; quando, levada do furor dos euripos, feita o ludíbrio dos mares,ela ameaça naufrágio e morte, todo cidadão é marinheiro(...)" Frei Caneca. 25 de dezembro de 1823.
07 Outubro, 2011
Parece, mas não é um haicai
Quando aquelas nuvens vermelhas escurecerem
O sol que brilhou vai se apagar
E a treva que se foi... voltará.
Quando, meninos, só houver a lembrança
Mais de um nome que de uma pessoa,
Todo o meu esforço terá sido à toa...
Mas daqui irei vê-los sempre pequeninos.
Para que crescer, não é mesmo?
Sejam sempre os meus meninos...
Na segunda infância, que é a velhice,
Desejo apenas e nada mais
Que ouvir de vocês: “nós o amamos, pai!”
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