07 outubro, 2011

Parece, mas não é um haicai



Quando aquelas nuvens vermelhas escurecerem
O sol que brilhou vai se apagar
E a treva que se foi... voltará.

Quando, meninos, só houver a lembrança
Mais de um nome que de uma pessoa,
Todo o meu esforço terá sido à toa...

Mas daqui irei vê-los sempre pequeninos.
Para que crescer, não é mesmo?
Sejam sempre os meus meninos...

Na segunda infância, que é a velhice,
Desejo apenas e nada mais
Que ouvir de vocês: “nós o amamos, pai!”

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