22 setembro, 2010

O PT quase como ele é!

No dia 22 de agosto escrevi um post que foi bastante elogiado por algumas pessoas que prezo e por quem eu tenho um grande respeito intelectual. No referido post fiz algumas cobranças, como essas que seguem abaixo:

Existem várias formas de se perder uma eleição. Nenhuma, porém, é mais desonrosa do que a derrota causada pela falta de convicção naquilo em que se acredita.

Por outro lado, perder, defendendo e expondo com clareza e contundência as ideias, os programas, educando o eleitor a entender porque deve votar em tal candidato, e se não votar, deixar claro para o eleitor o que ele está escolhendo, advertindo-o para os perigos... perder assim é uma honra!

(...)

les mentem quando dizem defender a liberdade de imprensa, mas organizam conferências que desejam o "controle social da mídia". Eles mentem quando negam vínculos com as FARC. Eles mentem quando tentam se afastar do MST, mas financia o movimento e, na ponta, as invasões de terra. Eles mentem quando negam que prepararam dossiês fajutos contra os inimigos (eles, pela natureza fascista, não têm adversários, mas inimigos). Eles mentem quando inflam número de programas de governo.

A natureza mitômana do governo e do PT só prospera porque conta com a leniência de jornalistas simpáticos, com a colaboração de jornalistas financiados, com despolitização de boa parte do eleitorado, e com uma máquina de propaganda que faria inveja aos nazistas.

Na internet, alguns comerciais mostram a natureza do PT e, embora poupem em demasia o presidente Lula, deixa inequívoco o cacoete autoritário do partido dos trabalhadores. Assistam! Não há como contestar uma só das informações contidas nos comerciais.


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