16 agosto, 2009

Em vez de atacar, a Record deveria era explicar.

Os cretinos de sempre estão em horda pela internet a propalar que as denúncias sobejamente documentadas pelo Ministério Público do estado de São Paulo, de que o autoproclamado bispo Edir Macedo, com mais outras 8 pessoas usaram dinheiro dos fiéis para o enriquecimento pessoal e para a aquisição de patrimônio particular, fazem parte de um complô que envolve a Rede Globo de Televisão, o governador José Serra, a Cuca e quem sabe até o saci pererê. Todos estariam segundo esses sicofantas, incomodados com o governo Lula e com a Rede Record.

Os esquerdinhas, aquele espécie de gente que não junta lé com cré, dividem-se, por enquanto, em duas correntes: a primeira, reverbera os gritos da emissora do bispo de que a Universal e a Rede Record estariam sendo vítimas de perseguição religiosa e comercial. A segunda, além de acreditar nas diatribes da primeira, finge-se de isenta, ao repetir que querem que as duas redes se engalfinhem até se destruírem mutuamente. Essa segunda corrente torce mais para o fim da Globo, do que pelo fim da Record.

Com esses patetas, não adianta debater. Deveriam é explicar o imenso patrimônio da Igreja e os repasses cada vez maiores para a Rede Record de Televisão nos últimos 3 anos. Se não veio dos fiéis, como eles dizem, veio da onde? Como não podem responder essas perguntas sem se incriminarem mais, partem para a sandice das teorias conspiratórias.

Não há uma guerra da Globo contra a Record. O que há são fatos bem documentados contra a Igreja Universal do Reino de Deus e seus líderes. Reduzir o imbróglio a uma mera luta comercial é desviar o foco e fugir das respostas que a Igreja e a emissora precisam dar à Justiça brasileira.

Guardem bem meu vaticinio: a Record e a Universal vão se defender no melhor estilo petista. "Se eu cometi um crime, a Globo também já cometeu os seus, então, por que só com a gente?"

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