08 agosto, 2009

Anotações de um encontro...

NOVOS CAMINHOS PARA A EDUCAÇÃO

PROFESSORA: Lia Faria

A Palestra começa com um discurso de gênero.

A palestra continua com um discurso de gênero.

Fez uma dura crítica ao fetiche da tecnologia como redenção da educação.

Além de um viés feminista, a professora doutora também é esquerdista. Já veio citando Paulo Freire, Pedagogia do oprimido.

“A escola perdeu sua função de centralidade”

Transdisciplinaridade?

“Não somos multifuncionais.”

Não tenho dúvida que é uma esquerdista. Já falou mal da Mídia, do mercado, da busca ao dinheiro.

"- Tio Valdir, você está com algum problema?"

"- Eu não tenho problema, respondeu tio Valdir, tenho circunstâncias."

As pessoas riram. Riram muito. Pois é. Talvez a única utilidade da estoriazinha seja mesma essa: fazer rir.

A professora Lia, embora não seja médica, assegura que muita gente tem depressão porque não tem uma trouxa de roupa para lavar num tanque. Caramba! Merece o Nobel de Medicina. Cura da depressão está num tanque de lavar roupas.

O auditório ri de forma estridente. Delicia-se com as piadas da professora, que pensa falar sério.

Não posso sair daqui. Meus chefes estão de olho.

Pronto: já falou mal do capitalismo.

A professora Lia, sexagenária como ela fez questão de enfatizar, fez um discurso freiriano com todos os seus simplismos, frases de efeito, e suas bobagens. É como se estivéssemos em 1969, não em 2009.

Antônio Gramsci? Meu Deus! Fechou o círculo.

Corolário:

"O professor é feliz. Está satisfeito com a profissão, com o seu local de trabalho, mas a escola enche o saco com assuntos alheios ao trabalho de sala de aula. O que fazer? "


Respondo aqui comigo: muda de escola ou de profissão.

São Paulo, 11 de junho de 2009.

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