28 outubro, 2008

Eu estive lá!



Acima, fotos da noite. Os créditos das fotos são de D. Costa, que mesmo cansada - havia dado um plantão de 12 horas - fez o sacrifício e esperou mais de duas horas para registrar o momento.

Meus caros leitores.

Cheguei, há pouco, do lançamento de O País dos Petralhas, aqui em Brasília. Para variar, atrasei-me um pouco, mas o suficiente para não ganhar o chapéu. Não faz mal! Ganhei muito mais! Também perdi a chance de encontrar um lugar mais confortável para ouvir o bate papo de meia hora com o autor, mas mesmo assim, tive a chance de ouvir e intervir na conversa agradabilíssima com a qual o jornalista Reinaldo Azevedo nos brindou nesta noite.

Observei com atenção as pessoas que lá estavam, e, todas, como eu, estavam extasiadas com as palavras de Reinaldo Azevedo. advogados, professores, intelectuais, políticos, jornalistas, assessores parlamentares, uma penca de gente foi lá prestigiar o lançamento do livro. Não arrisco um palpite sobre quantas pessoas por lá passaram, mas asseguro que foram muitas!

Reinaldo Azevedo com uma gentileza que quem lê os seus textos não imagina que ele possa ter, franqueou a palavra aos presentes. O cientista político da Unb, professor Kramer, foi o primeiro a se manifestar. Outros o fizeram.

Eu, muito nervoso, hesitante, também falei. Estava emocionado. Iniciei fazendo um agradecimento público. Disse que a revista Primeira Leitura e os textos que ele publicou e publica no blog fizeram mais pela minha formação intelectual que os quatro anos de graduação em História na UFPE. Pedi, então, que ele comentasse sobre a doutrinação ideológica a que os alunos estão submetidos nas escolas e nas universidades. Foi uma interevenção simples, acanhada, sem nenhum brilho, mas que para mim será inesquecível!

Depois de quase duas horas na fila, finalmente, pude receber a dedicatória do autor. Uma dedicatória gentil. Em breve, vou repoduzi-la aqui.





Um comentário:

D. Costa disse...

Essa foto em que você está de olhos fechados foi bem na hora em que ele te perguntou: ser professor é difícil, né?, aí você fechou os olhos pra responder, muito...
Como as pilhas da máquina estavam fracas, não deu pra repetir...mas valeu assim mesmo, né?