03 setembro, 2008

Mais capitalismo = Menos Excluídos.

Na semana em que a esquerdopatia e a esquerdofrenia fazem suas litanias nas paróquias, nas escolas e nas ruas com a bobagem de nome pomposo: O Grito dos Excluídos! Sugiro, como profilaxia, a leitura deste post.


Onde quer que vocês estejam, não tem jeito, sempre haverá alguém cheio de “consciência política” para lhe dizer que o maldito, o desgraçado, o famigerado capitalismo é o causador de todas as desigualdades que assolam os países pobres ou em desenvolvimento. Se você é um pobre aluno indefeso, que acredita piamente no que diz seu professor bonzinho, aquele tipo que prega mais do que ensina, certamente já foi ou será enganado sobre a situação de Cuba - cantada como um paraíso socialista - ou sobre o “heroísmo” de um Che Guevara que segundo a lenda picareta, morreu em nome dos oprimidos e da revolução. Meu caro, não caia nessas esparrelas! Uma marca dessa gente é torcer, distorcer, mentir, esconder as VERDADES FACTUAIS!


Uma simples análise lógica desmonta a tese de professores mitômanos ou beócios de que o capitalismo só gera desigualdade e que, claro, o socialismo só engendra bem-estar geral.

Diga-me, aí: quantos países de economia socialista estão entre os mais ricos do mundo? Quantos países socialistas conseguiram, em 15 anos, retirar da pobreza tantos miseráveis? Se você é um esquerdopatinho, não vale citar a China. Os manda-chuvas do PC chinês já introduziram, ao seu modo, um sistema capitalista, embora ainda muito controlado pelo estado, talvez para não perder o costume.

Algumas almas ingênuas tentariam redargüir: “oh, Zé Paulo, se o capitalismo é assim tão bom, por que na América Latina ou na África, há tanta pobreza? Tanta miséria?” Porque falta a esses países - incluindo o Brasil - mais capitalismo, ou seja, mais liberdade econômica, queridos!

Os países que têm mais liberdade econômica são os que mais conseguiram reduzir a pobreza. Isso não é ideologia, é fato. Facilitem a vida dos empreendedores, diminuam a burocracia e os impostos e vocês verão, sem dúvida, a situação econômica de TODOS, melhorarem significativamente.

Infelizmente, o que existe nos países pobres, mesmo o Brasil - que não é rico, mas está longe de ser pobre - é que o capitalismo que empregam é, na definição do diplomata e economista norte-americano James Robert, um "capitalismo de comparsas". O que vem a ser isto? Nesse sistema, poucas empresas, privadas ou estatais, controlam a economia, encarecendo o produto e /ou os serviços. Para piorar,
têm no governo um poderoso aliado que cria empecilhos burocráticos e fiscais para minar o empreendedorismo, ou seja, a livre concorrência e a liberdade de investimentos. Por isso, meus caros, para atingirmos um nível de prosperidade

econômica e condições sociais dignas, não precisamos de um sistema socialista, muito pelo contrário! Precisamos é sermos, verdadeiramente, capitalistas e liberais.

O socialismo, dizem os mitômanos ou os beócios, é a única maneira concreta e eficaz de se chegar à igualdade! É mesmo? A igualdade que existe em Cuba ou na Coréia do Norte? Então, o socialismo produz igualdade, como provaram a União Soviética ou China de Mao Tsé Tung, não é mesmo? Aproveito o ensejo para sugerir a leitura deste artigo publicado domingo em O Estado de São Paulo e escrito pelo professor Demétrio Magnoli. Vale a pena conhecer o que o socialismo produziu em Cuba.

Abaixo, trechos que considerei reveladores na entrevista de Robert James concedida à Veja desta semana. Leiam!

A liberdade econômica é capaz de diminuir a desigualdade social de um país?

Em primeiro lugar, é preciso definir o que vem a ser igualdade social. Esse conceito pressupõe que todos sejam forçados a viver em casas idênticas, ganhar os mesmos salários, comer as mesmas comidas e acreditar nos mesmos valores? Essa abordagem totalitária já foi tentada na União Soviética e está em pleno vigor em Cuba. Os resultados foram e são desastrosos, para não dizer trágicos. Como os fundadores dos Estados Unidos sabiam muito bem, é impossível para um governo arcar com a missão de assegurar igualdade para todos os cidadãos. As pessoas não nascem iguais. Elas possuem habilidades e talentos próprios. Cada uma deve decidir sozinha o que quer fazer da vida: se prefere trabalhar duro ou levar uma existência mansa e tranqüila. O principal papel de um governo não é ir contra essa realidade e forçar algo que não existe nem existirá. O bom governante é aquele que oferece oportunidades iguais para todos buscarem a própria felicidade. O capitalismo promove níveis desiguais de prosperidade. Como diria o estadista Winston Churchill, isso é muito melhor do que produzir miséria igual para todos, como faz o socialismo.

A pobreza diminui nos países com liberdade econômica?

Ao dar oportunidades para que a população mais pobre prospere, a liberdade econômica é boa para todos. Quando esse conceito é implementado, a elite política fica impossibilitada de usar a máquina estatal para ganhar vantagens econômicas, o que sempre ocorre em prejuízo dos mais fracos. Essa situação terrível é o que chamamos de "capitalismo de comparsas". Nos países onde essa prática é institucionalizada, os governantes e seus amigos sobrecarregam a população com burocracia e pesados impostos com o objetivo de massacrar os empreendedores, que vêem como uma ameaça. Quando, por outro lado, existe liberdade, o poder econômico não está sujeito a forças políticas e sociais. Pequenas e médias companhias privadas, que são a espinha dorsal de uma economia e produzem a maior parcela dos impostos, têm melhores chances de crescer. A liberdade econômica é uma doutrina revolucionária que desafia o status quo e os que querem usar o poder em proveito próprio. No longo prazo, sua aplicação produz mais prosperidade, mais igualdade de renda, mais emprego e reduz os níveis de pobreza.

É possível medir esses benefícios?

Se dividimos os países do mundo em cinco grupos, usando o grau de liberdade econômica como parâmetro, vemos que o grupo de países mais livres tem uma renda per capita cinco vezes maior que a do grupo de nações que consideramos repressoras. O desemprego nos países livres é de 6%, enquanto nos economicamente repressores é de 19%. As nações mais livres também possuem menor inflação, que sabidamente corrói o salário dos mais pobres (...)

3 comentários:

Anônimo disse...

Zé,os luminares do PT, estão sempre na contra-mão do mundo.Mas, conhenvamos,o PT é uma fonte inesgotável de escândalos envolvendo dinheiro público.Lula achou o caminho das pedras:-"A coisa mais fácil é cuidar dos pobres. Os pobres pedem pouco. Só querem comer, trabalhar, estudar e ter uma casinha", declarou Lula.

abraço,
Flávia.

Lelec disse...

O que eu acho mais disparatado, Zé, não são os latino-americanos que vociferam contra o capitalismo, mas os europeus ocidentais que o fazem. Já encontrei muitos franceses por aqui que pregam contra o capitalismo, na Champs-Elysées, em Paris. Não é o máximo?

Abraço,

Lelec

Bruna disse...

Zé,

Concordo com você, o esquerdismo é injusto e fantasioso, mas acima de tudo os esquerdistas são festivos de carteirinha, né? Adoram uma exibição!! rsrs

Beijo grande

PS. ainda não te linkei, né?