20 fevereiro, 2008

Fidel, o "capetel"

Caramba! O trabalho nesse início de ano letivo tem me consumido e me tirado a satisfação de postar no blog. Além do mais, o pequeno e bravo Estêvão já começa a ensaiar algumas palavras e no idioma incognoscível dos bebês, penso que ele protesta demandando minha atenção. Diante dos apelos de um bebê, confesso: paro tudo e fico com ele.

Ontem, o assassino, o facínora, o Belzebu idolatrado pelos esquerdiotas daqui; pediu para sair. Foi um afastamento com 49 anos de atraso. O engraçado é que todo mundo fica se perguntando: o que mudará em Cuba com a renúncia de Fidel? Nada! Fidel era o simbolo da morte, da intolerância, do atraso; mas esses valores malignos que nortearam o pensamento de Fidel ainda existe naqueles que o sucederão. Cuba, enfim, continuará uma prisão!

Li na Folha que o Brasil tem o dever de ser o canal entre a Cuba sem Fidel e os Estados Unidos. Fôssemos mesmo um país sério e que defendesse os valores democráticos, deveríamos condicionar essa nossa "mediação" à abertura política da ilha. Sem democracia, não quero saber de Cuba. Ainda bem que os EUA, com ou sem mediação do Brasil, desde 1961, sempre vai pensar assim.

Um comentário:

Ricardo Rayol disse...

perfeito.