09 setembro, 2007

Ciao, Pavarotti!

Na última quinta, o mundo soube que o tenor italiano Luciano Pavarotti vivia seus últimos momentos derrotado por um câncer no pâncreas. A mídia fez justas homenagens a este homem, que não foi apenas um talento excepcional, mas um propagador da música erudita. Duvido que haja alguém que mesmo que não tenha ouvido alguma ópera, quiçá saiba o que seja uma, que não conheça Luciano Pavarotti.

Não sou um conhecedor profundo das óperas. Aprecio, apenas. Outro dia, em Brasília, foi encenada a ópera Carmem, do francês Bizet, que nunca pisou em sevilha, cidade onde ocorre a estória da Ópera. Foi ao ar livre, ali na Torre de TV, mas o pequeno e bravo Estêvão, impediu-me de assisti-la.

Minha homenagem pessoal a Luciano Pavarotti é postar a ária, una furtiva lacrima, e dividir com vocês, o prazer de ouvi-la na voz retumbante e inesquecível do tenor de Modena.
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Una furtiva lacrima
Negli occhi suoi spuntò...
quelle festose giovani.
Invidiar sembrò...
Che più cercando io vò?
M'ama si, m'ama, lo vedo, lo vedo
Un solo istante i palpiti
Del suo bel cor sentir!...
I miei sospir confondere
Per poco a' suoi sospir!...
I palpiti, i palpiti sentir!
Confondere i miei con suoi sospir.
Cielo, si può morir,
Di più non chiedo, non chiedo.
Cielo, si può, si può morir;
Di più non chiedo,
Si può morire,
Si può morir d'amor.

L'elisir d'amore de Gaetano Donizetti (1797-1848)

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