29 maio, 2007

A UNB virou piada.

Pronto! O sistema de cotas da UNB foi desmoralizado. O Tribunal de pureza racial dessa universidade fez uma lambança daquelas. Lembram do argumento dessa comissão torpe quando começaram a estipular através de fotografias quem era negro de quem não era? Queriam reparar uma injustiça, pôr fim ao racismo, atrair "negros" capacitados para frequentar a UNB. Um absurdo! Um vexame! E agora essa palhaçada explode e humilha esses "gênios" da UNB que querem, junto com a ministra do racismo e os movimentos pela negritude, implantar o racismo no Brasil.

Dois irmãos gêmeos, univitelinos, filhos de pai negro e mãe branca, inscreveram-se no sistema de cotas da UNB. E para a surpresa geral, o comitê que diz quem é negro e quem é branco, foi taxativo: o Alan é negro, mas o Alex é branco. Mas espere um pouco. Não são gêmeos univitelinos? Pois é leitor, pode rir à beça! ( Para ver a reportagem clique aqui)

Faz cerca de 8 meses, escrevi em tom jocoso, mas com conhecimento de causa, que eu tinha mais genes africanos que Pelé. As poucas pessoas que leram, chamaram-me de radical, irônico, essas coisas. Não! Falei sério!

Um estudo pedido pela BBC Brasil, realizado pelo pesquisador da UFMG Sérgio Danilo Pena, analisou as amostras de DNA de 120 negros brasileiros anônimos do estado de São Paulo, e descobriu que neles há 60% de ascendência européia. Os "NEGÃO" geneticamente são muito mais brancos do que pensavam. O mesmo estudo analisou "negros" famosos, como Daiane dos Santos e Neguinho da Beija-Flor. Resultado: eles têm pela escura, mas genes europeus em abundância.

É óbvio que o Brasil é um país de mestiços. Aliás, o primeiro a valorizar isso foi um pernambucano, também chamado Freire, mas não era picareta como o Paulo. Falo de Gilberto Freire. Quando todos viam na mestiçagem do Brasil uma razão para o subdesenvolvimento, Gilberto Freire via uma originalidade e uma qualidade que só pertencia ao Brasil. Nos tempos de Lula, os esquerdofrênicos, em nome do povo, dos oprimidos e das minorias, querem dividir o indivisível: É IMPOSSÍVEL DIVIDIR RACIALMENTE O BRASIL.




4 comentários:

Marcus Mayer disse...

Parabéns, pelo post Costa Jr.! Esse texto merecia ser publicado em jornal de grande circulação pois é muito bem fundamentado e informativo.

Abraços.

Blogildo disse...

Pois é, infelizmente o critério esquedista é sempre visual. Pra quê analisar DNA se existem gênios de plantão para identificar quem é quem?
É incrível a vocação nacional para o atraso.

Não sabia que vc era professor de História! Legal! Qualquer dia desses vou tirar umas dúvidas sobre Michael Oakeshott. Abraço!

Cejunior disse...

Agora, vá colocar isso na cabeça dura desses "especialistas" do PT...
Abraços

PATRICIA M. disse...

Muito bom o texto! Essa idiotice racial no Brasil eh de lascar, viu! Eh mais uma desculpa para os frustrados conseguirem chegar onde so os bons atraves do merito deveriam chegar.