31 agosto, 2006

Tarda, mas não falha!

Não, amigo leitor, o título não se refere à Justiça, mas à baixaria. Eleição sem baixaria, sem ataque sujo, sem golpe baixo, é algo raro no Brasil e em Brasília. Lembro que em 1998, Roriz mostrou no horário de TV uma operação para desocupação de um terreno invadido, na época o governador e candidato à reeleição era Cristovam Buarque. Aparecia gente presa em gaiolas como animais, num jogo de edição de imagens para denegrir a imagem do então governador.

Em 2002, atacaram a opção sexual do Geraldo Magela. Corria pela cidade que o hoje candidato a deputado federal era homossexual, como se isso fosse algum tipo de mácula moral. Mal sabiam eles que o problema de Magela foi o financiamento de campanha.

Roriz e seus comparsas apelam mais uma vez para a baixaria, com ou sem razão: Chamam Arruda, em quem não voto e já expliquei por quê, de malandro, vagabundo, falso e ladrão. Esses simpáticos adjetivos foram ditos numa estranha conversa telefônica entre Roriz e seu advogado há 20 anos e hoje candidato a deputado federal pelo PMDB, Eri Varela. Minhas fontes asseguram que o autor intelectual do vazamento da conversa foi Maurício Corrêa, ex-presidente do STF e candidato a vice-governador na chapa com Abadia. Fala-se que a proibição judicial de divulgar essa conversa suja entre Roriz e Eri partiu do próprio Roriz, que ficou chateado quando soube do vazamento dessa conversa. O resultado é a constatação da sujeira nesse meio político. Parafraseando o ator Paulo Betti parece que se envolver na política é "enfiar a mão na merda!"

abaixo o link para vocês ouvirem a famosa conversa telefônica.

http://www.youtube.com/watch?v=Wv0kjzbYFdw 

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