18 julho, 2006

Caso Richthofen

Muita gente já falou sobre o caso Richthofen, mas o maior absurdo foi a de uma "pesquisadora de corações apaixonados que cometem crimes". Em matéria do Jornal Hoje, a dita pesquisadora afirmou que o caso Daniel-Suzane não foge ao padrão de pessoas que estão apaixonadas e que após cometerem o crime, tornam-se dois estranhos. As declarações de amor eterno são esquecidas e passam a utilizar a estratégia do cada um por si. Onde está o absurdo? O absurdo está na frase de efeito dita pela pesquisadora: "Romeu e Julieta só aconteceu em Shakespeare". Quem leu a mais famosa obra do dramaturgo inglês, mesmo na versão infanto-juvenil, percebeu o tamanho da bobagem: os amantes da peça não tramaram a morte dos capuletos, pais de Julieta, que eram contra o namoro, mas tentaram usar de um estratagema para se casarem à revelia dos pais. A moça bebeu uma poção que lhe dava ares de defunta, o rapaz desavisado acreditou que sua amada morrera e então se mata. O que isso tem haver com o caso Richthofen? Nada! A pesquisadora certamente nunca leu Shakespeare.

2 comentários:

Marco Aurélio disse...

Continua a novela do caso Richthofen. Todos os depoimentos mudaram novamente apesar de continuarem jogando a culpa uns nos outros. Quero saber quanto tempo estes crápulas vão ficar na cadeia.

Um abraço

Marco Aurélio

Anônimo disse...

eles jah forao presos
ainda bemm por que
se nao fossem depois de nao sei quanto tempo .. seria dificill
explicar isso tudo .. mas esses crapulas como diz o marco aurelio tem q fikar presos durante toda as suas vida
dale dale dale dale goiass